Adeus, Cidade.
O erro, claro, não a lei.
Muito me admirastes,
muito te admirei.
Carrego o peso da lua,
Três paixões mal curadas,
Um saara de páginas,
Essa infinita madrugada.
Viver de noite
Me fez senhor do fogo.
A vocês, eu deixo o sono.
O sonho, não.
Esse, eu mesmo carrego.
Paulo Leminski (trecho de "Claro Calar Sobre uma Cidade Sem Ruínas")
domingo, 9 de agosto de 2009
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